Nos CTGs, a cultura do Rio Grande do Sul permanece viva através das gerações. Jovens, adultos e crianças encontram nesses ambientes um lugar para aprender, compartilhar experiências e celebrar os costumes herdados de seus antepassados.

Mais do que preservar tradições, o movimento tradicionalista cultiva valores que fazem parte da identidade gaúcha, como respeito, amizade, companheirismo e amor pela terra.

Cada roda de chimarrão, cada ensaio de dança e cada evento realizado representa uma forma de manter viva a memória do gaúcho e fortalecer os laços da comunidade. Assim, o CTG torna-se um verdadeiro lar cultural, onde histórias são contadas, ensinamentos são transmitidos e o sentimento de pertencimento se renova.

Um marco importante para o movimento tradicionalista ocorreu com a fundação do 35 CTG, em Porto Alegre, no ano de 1948, por jovens idealistas como Luiz Carlos Barbosa Lessa e Paixão Côrtes. Eles acreditavam que preservar a cultura gaúcha era também preservar a identidade de um povo.

Atualmente, espalhados pelo Brasil e até mesmo em outros países, os CTGs continuam cumprindo essa missão: manter viva a chama da tradição, cultivar o orgulho de ser gaúcho e reunir pessoas que compartilham o mesmo amor pela cultura, pela história e pelos costumes do sul do Brasil.